O segredo da alegria invencível


Jesus revelou um segredo que protege a nossa alegria da ameaça do sofrimento e da ameaça do sucesso. O segredo é este: Grande é a sua recompensa nos céus. E a soma dessa recompensa é alegrar-se na plenitude da glória de Jesus Cristo (João 17:24).
Ele protege a nossa felicidade do sofrimento quando diz:
Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês. Alegrem-se e regozijem-se, porque grande é a sua recompensa nos céus. (Mateus 5:11-12)
Nossa grande recompensa no céu resgata a nossa alegria da ameaça da perseguição e calúnia.
Ele também protege a nossa alegria do sucesso quando diz:
Alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seus nomes estão escritos nos céus. (Lucas 10:20)
“Senhor, até os demônios se submetem a nós em teu nome!” (Lucas 10:17) - Os discípulos foram tentados a colocar a alegria deles no sucesso do ministério, mas isso separaria a alegria deles da única âncora segura.
Então, Jesus protege a alegria deles da ameaça do sucesso ao prometer a grande recompensa no céu. Alegrem-se nisso: o nome de vocês está escrito nos céus. Sua herança é infinita, eterna e certa.
Nossa alegria está a salvo. Nem o sofrimento nem o sucesso podem destruir a sua âncora. Sua recompensa no céu é grande. Seu nome está escrito lá. É seguro.
Jesus ancorou na recompensa do céu a felicidade dos santos que sofrem. E fez a mesma coisa com os santos bem sucedidos.
E assim Jesus nos livrou da tirania das dores desta vida e da tirania dos prazeres terrenos.
Traduzido por Daniel TC | iPródigo | Original aqui.
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Um tipo diferente de fariseu
Cresci em um ambiente legalista e rígido, que dava muito valor à aparência externa – como você se veste, o que você disse, o que você escutou, etc. Eu tinha três ternos para ir à igreja (3 vezes por semana) para vestir o meu melhor para Deus. Eu não tive uma televisão na maior parte da minha infância, por causa da “influência do mundo”. E ouvia apenas música cristã bem conservadora, porque me ensinaram que todas as outras músicas me afastariam de Deus.
Resumindo: eu era um bom fariseuzinho.
Com vinte e poucos anos, lentamente passei a fugir das armadilhas do legalismo. Comecei a ver que Deus era muito maior que a caixinha em que eu O havia confinado. Comecei a experimentar a alegria da liberdade e da graça, e me permita dizer: foi maravilhoso!
Eu troquei meus ternos e gravatas por camisas de rock e jeans rasgado.
Eu assisti a alguns filmes. Eu nunca pude vê-los enquanto crescia.
Eu troquei meus hinos por algo com mais batida e guitarra.
Eu percebi que Deus estava mais preocupado sobre meu coração que sobre como eu me apresento exteriormente. Ele queria um relacionamento, não religião.
Quanto mais eu começava a experimentar a graça de Deus, mais reagia e me afastava do legalismo em que cresci. Eu não queria nada mais com a subcultura cristã de “camisetas cristãs” e adesivos bregas de para-choque. Comecei a rir um pouco disso… eu usava uma camisa que estampava simplesmente “CAMISETA CRISTÔ (tenho que admitir, ainda é uma das minhas camisas favoritas).
Decidi que, se algum dia eu plantasse uma igreja, “Autenticidade” estaria no topo dos nosso valores fundamentais, pois se você não está sendo autêntico, você é um “deles”. E por “eles”, quero dizer as pessoas que vão à igreja todo domingo usando ternos enquanto ligam a rádio cristã em seus carros com adesivos de para-choque cristãos.
Tenho visitado igrejas nos últimos anos e escolhido meu guarda-roupa somente para “testar as águas”. Meu jeans e camiseta esburacados terão uma reação? Queria ter uma tatuagem para mostrar… o que eles pensariam disso? Embora eu talvez não expressasse minhas intenções tão descaradamente se me perguntassem, as atitudes estavam definitivamente sob a superfície.
Então, há algumas semanas, estávamos visitando uma igreja (eu estava vestindo jeans e camiseta, claro) em que a mensagem era sobre fariseus contemporâneos. Eu seguia tudo o que era dito, porque se havia uma coisa que eu não podia suportar era alguém que tenta vestir, falar e agir de uma certa maneira para provar seu relacionamento com Deus.
E então o pastor disse algo que me atingiu como uma tonelada de tijolos:
“Deus não está mais impressionado com nossas camisetas que com nossas gravatas”.
Espere um pouco: ele realmente quis dizer “Deus não está mais impressionado com nossas gravatas que com nossas camisetas”, certo? Afinal, eu estou vestindo uma camiseta na igreja, o que prova quão autêntico eu sou…
Oh.
Sem perceber, eu tinha trocado uma forma de hipocrisia por outra mais nova e legal. Desenvolvi uma autenticidade autojustificadora que me levou a rebaixar alguém que vestisse ternos ou cantasse hinos. Minha fé era mais real, mais “autêntica” que a deles.
Eu era apenas um tipo diferente de fariseu.
Eu tinha caído na mesma armadilha de que tentei fugir por tantos anos – comecei a agir como se Deus, de alguma forma, se impressionasse com o quão “autêntico” eu era exteriormente.
“Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura… porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” (1 Samuel 16.7)
Autenticidade é uma coisa engraçada. Deus a deseja, mas Ele não precisa dela. Ele já nos conhece interiormente. Não podemos guardar segredos de Deus. Autenticidade é mais sobre como agimos em relação aos outros. É importante ser “verdadeiro” com os outros, mas se não formos cuidadosos, nossa autenticidade pode tornar-se um distintivo que carregamos. Deus odeia máscaras… mas ele também odeia distintivos.
Não deixe sua calça hipster, suas bandas de louvor atuais ou Bíblia no iPhone te ludibriarem a pensar que você é de alguma forma mais perto de Deus que o cara de terno sentado no banco.
Talvez isso seja apenas algo que tive de combater. Mas, se alguma coisas dessas ressoam em você também, então minha oração é que possamos arrancar toda “autenticidade” farisaica que obstrui um relacionamento genuíno com Deus.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | original aqui
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08 - A mãe de todas as virtudes
Em aparição no programa de Conan O’Brien no ano passado, o comediante Louis C. K. lamentou sobre o quanto as pessoas se frustram quando seus celulares ou vôos falham ou se atrasam. “Tudo está ótimo agora e ninguém está feliz”, ele disse. Quando as pessoas reclamam que seus vôos atrasam 20 minutos para decolar ou que tiveram que esperar na sala de embarque por 40 minutos, ele faz mais algumas perguntas.
“Ah é? E o que aconteceu em seguida? Você incrivelmente levantou vôo sozinho, como um pássaro? Você fez parte do milagre do vôo humano?”
Essa aparição fez sucesso – com mais de um milhão de visualizações no YouTube, e contando – porque é verdade: seja a nossa impaciência com a tecnologia ou, provavelmente, com a família e os amigos, nossas reclamações refletem o quanto nós somos ingratos.
Nós sabemos que Deus nos deu nossos corpos e almas, a razão e os sentidos, os bens materiais e os relacionamentos. Mesmo assim, com todas as riquezas que Deus nos provê diariamente, muitos de nós lutamos para ser gratos.
Isso não só é pecado como não é saudável. Estudos mostram que pessoas agradecidas são mais felizes e satisfeitas com suas vidas e seus relacionamentos sociais. Perdoam e apóiam mais que aqueles que são ingratos. São menos depressivos, estressados, invejosos e ansiosos. De fato, altos níveis de gratidão explicam mais sobre o bem estar psicológico do que outros 30 tratos da personalidade mais estudados, de acordo com dois estudos recentemente publicados na revista científicaPersonality and Individual Differences (Personalidade e Diferenças Individuais).
O filósofo romano Cícero estava no caminho certo quando disse que “A gratidão não é somente a maior das virtudes, como é a mãe de todas as outras”. É também o fundamento da personalidade cristã. Paulo pede que os tessalonicenses “dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5.18).
Isso pode ser um desafio, em meio à crise econômica e preocupação com a política. Mas pense um pouco no pastor alemão Martin Rinckart, ministro em Eilenburg, uma cidade que se tornou refúgio para fugitivos militares e políticos durante a Guerra dos Trinta Anos. A situação de Eilenburg já era ruim antes que a Peste Negra chegasse em 1637. Um pastor fugiu. Rinckart enterrou outros dois em um mesmo dia. Sendo o único pastor que sobrou, realizou até 50 cultos fúnebres por dia e quase 4480 em um ano.
Apesar disso, Rinckart é mais conhecido por escrever, no meio da guerra, um grande hino que proclama:
Agora agradeçamos nós ao nosso DeusCom nossos corações, mãos e vozes.Aquele que tão maravilhosas coisas fez,Nas quais esse mundo regozija.Aquele que, ainda nos braços de nossas mães,Nos abençoou em nosso caminho,Com incontáveis dons de amor,E ainda hoje é nosso.
Quantos de nós poderiam focar nas bênçãos de Deus com tantas mortes e dificuldades ao nosso redor? Talvez o problema seja termos nós mesmos em alta conta. Margaret Visser estudou as diferenças culturais no ato de agradecer, ao preparar o livro The Gift of Thanks: The Roots and Rituals of Gratitude (O Dom do Agradecimento: As Raízes e os Rituais da Gratidão). Os japonoses costumam aceitar presentes dizendo “me desculpe”. O contexto, explica Visser, é “estou consciente da minha dívida com você. Eu não sou capaz de quitá-la”.
Há uma lição nessa expressão. No Evangelho de Lucas, o fariseu conhecido como Simão oferece um jantar para Jesus. Uma mulher pecadora, de má fama, aparece, se aproxima de Jesus, lava os pés dele com suas lágrimas e o cobre de perfume. Quando Simão reclama, Jesus conta a história de dois devedores. Um tinha uma dívida pequena, e ou outro, uma grande dívida. Nenhum dos dois era capaz de pagá-las, então o credor perdoa as duas dívidas. A lição é: quanto maior o perdão, maior a gratidão.
Temos problema para sermos gratos porque deixamos de compreender nossa pecaminosidade e nossa dívida. Será que não é por isso que reclamamos de cada pequeno deslize de nossos parentes e amigos?
A verdade é que temos muitas coisas para sermos gratos, como família, casa, trabalho, diversão, comida, e tudo mais que faz parte de nossa vida diária. Mas o Deus que provê essas coisas nos deu um presente ainda maior: ele próprio.
Deus se revela a nós, nos dá sua Palavra, nos dá a fé e o Espírito Santo, ouve nossas orações e perdoa nossos pecados. Assim, alegre-se e receba os presentes de Deus ao confessar a sua bondade. Ou, como o salmista fala, “Dêem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura para sempre.”
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original aqui
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07 - O que não dizer para
aqueles que estão sofrendo
aqueles que estão sofrendo
“Poderia ser pior. Você poderia ter quebrado as duas pernas.”
Nós temos algumas maneiras interessantes de animarmos uns aos outros.
A maioria dos nossos comentários genéricos para pessoas que estão sofrendo são oferecidos com boas intenções, e a maioria deles é tratada pelos receptores como equivocados, não como maliciosos, mas, com certeza, seria bom melhorarmos nosso histórico de encorajamento.
Todos nós poderíamos fazer uma lista das 10 palavras que falamos (ou ouvimos) que mais nos fazem sentir vergonha, quando nos lembramos delas. Aqui vai uma que, eu suspeito, estaria em muitas dessas listas:
“O que Deus está te ensinando por meio disso?”
Hmmm. Isso é verdade. Deus, de fato, nos ensina em nosso sofrimento, e ele trabalha todas as coisas para o bem. Concordamos com C. S. Lewis quando ele fiz que a dor é o megafone de Deus para acordar um mundo ensurdecido. Mas a história de Jezebel e suas entranhas servindo de comida para os cães também é verdade. Estamos aqui para procurar verdades que sejam relevantes, pastorais e edificantes.
Considere alguns dos problemas dessa pergunta:
- Ela tende a ser condescendente. Se você já ouviu essa pergunta de alguém, você provavelmente não ouviu compaixão acompanhando.
- Ela sugere que o sofrimento é uma charada decifrável. Deus tem algo específico em mente, e nós temos que adivinhar o que é. Bem vindo a um jogo cósmico de 20 perguntas, e é melhor descobrir a resposta logo; de outra forma, o sofrimento continua.
- Ela sugere que nós fizemos algo que desencadeou o sofrimento.
- Ela passa por cima do chamado de Deus a todos que sofrem: “Confiem em mim”.
Respondendo brevemente a esses quatro problemas,
- Sofrimento nos leva à humildade. As Escrituras nos fornecem vários comentários sobre o sofrimento humano, mas nenhum deles é exaustivo. O mistério do sofrimento nos lembra que somos ainda como crianças que não entendem como bons pais poderiam colocar dificuldades em seu caminho. À luz do mistério, a humildade é natural e necessária. Para aqueles que conversam com pessoas que sofrem, a humildade perante o Senhor é expressa em humildade perante aquele que sofre.
- Nós interpretamos o sofrimento além da conta. Eu estou conversando com uma pessoa que passou por sofrimentos horríveis em sua vida, e “O que Deus está tentando te dizer?” tem sido a questão que todo mundo pergunta. Ela já se perguntou por anos o porquê de não ter achado a resposta ainda. Só o que ela pode imaginar é que ela é pecadora demais para entender, ou que Deus não está respondendo seus questionamentos – então ela alterna momentos de culpa e de frustração. Jó, no Antigo Testamento, e o cego de nascença, no Novo Testamento (João 9), deveriam nos manter afastados das especulações sem fim a respeito dos intentos de Deus. Nenhum dos dois entendeu o que Deus estava ensinando para eles.
- Focar na relação pecado-sofrimento pode ser perigoso. Claro, a pergunta pode não assumir logo de cara que a pessoa está em pecado. Ela pode ter sido elaborada de forma positiva, tipo “O que você tem aprendido sobre Deus nisso tudo?”. Mas, a não ser que haja uma conexão muito clara entre o pecado e o sofrimento da pessoa, e isso é óbvio para todos os crentes do planeta, então não deveríamos fazer essa conexão e fazer tudo que pudermos para impedir a pessoa que sofre de fazer o mesmo. Muitos de nós vemos mais dos nossos pecados quando estamos sofrendo – eu sei que eu vejo – mas isso não significa que nosso pecado foi a causa do sofrimento.
- Idéias podem trabalhar contra a fé. Com isso, não quero dizer que devemos ser estóicos de cabeça vazia em nosso sofrimento. Mas quando nosso objetivo principal é descobrir a mensagem pessoal sobre uma deficiência específica de nossas vidas, estamos descansando em nosso entendimento humano, não no caráter plenamente revelado de Deus. A fé é nosso chamado no sofrimento – fé em Jesus Cristo. Isso não é um salto impensado em direção ao desconhecido. É uma mudança no coração, de nós para Jesus. Em nosso sofrimento, queremos lembrar que Deus é, de fato, bom e compassível. A encarnação de Jesus e seu sofrimento voluntário, culminando na cruz, são evidências inegáveis. Assim, devemos confiar nele.
Alguns ouviram a pergunta “O que Deus está te ensinando?” e, apesar de não serem edificados, também não foram desmotivados. Provavelmente essa pergunta não foi a primeira a ser feita, e foi feita em um meio a um relacionamento já estabelecido. Na dúvida, desista completamente de fazê-la.
Substitua por algo assim:
“Como posso orar por você?”
Essa é uma pergunta trabalhosa. Com ela, estamos nos achegando ao que sofre, estamos lembrando a eles que Deus ouve, estamos pedindo que eles considerem as promessas de Deus, e estamos dizendo que os levaremos em nosso coração. Se você receber uma resposta como “ore para Deus me deixar em paz” ou um olhar de desprezo – algo que sugira raiva ou indiferença espiritual – fale então de algo que seja uma promessa de Deus, como o conforto de saber que ele nos ama e está sempre conosco.
Melhor ainda, podemos orar pela pessoa ali mesmo. “Como eu posso orar por você agora?”. E em seguida vem a parte mais importante – dar seguimento. Quando oramos por alguém, deveríamos continuar orando até que vejamos o agir de Deus.
E não fui eu quem disse aquilo sobre as duas pernas. Eu sou culpado de muitos outros comentários nada edificantes, mas eu não disse aquele das pernas. Um “amigo meu” quem falou. É sério.
Traduzido por Filipe Schulz | iProdigo.com | Original aqui
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06 - Uma breve teologia do desejo
Há alguns dias, recebi um e-mail de um jovem que lê esse site e que me fez uma questão relativamente simples: Como eu devo reagir ao desejo sexual? Como um adolescente, solteiro e com o casamento em um futuro distante, ele queria saber como Deus gostaria que ele entendesse o desejo sexual.
Isso me deu o que pensar, mas aqui está como penso que um jovem pode entender o desejo sexual.
O desejo sexual motiva o casamento. O estímulo te leva ao fato de que Deus quer que você se case. O fato de você sentir desejo sexual é algo bom e concedido por Deus – ele o utiliza para te levar ao casamento. O desejo sexual é parte de como Deus equipou os homens, a fim de que eles procurem uma noiva. Assim, nesse sentido, veja como algo que não é inerentemente mal. O desejo é mal somente se for tratado impropriamente ou se leva ao pecado.
O desejo sexual prega a imperfeição. O próprio fato de você sentir desejo sexual te diz que você é incompleto – incompleto sem uma esposa em quem você pode encontrar satisfação e consumação desse desejo. E penso que esse tipo de incompletude pode te direcionar à realidade maior de que vivemos em um mundo incompleto, poluído pelas realidades do pecado. Pode ser uma grande lição do desejo sexual insatisfeito.
Desejo sexual ensina o autocontrole. Jovens que continuamente cedem ao desejo sexual ao tratá-lo com a masturbação ensinam a si mesmos – suas mentes e corpos – que eles precisam e merecem satisfação sexual quando sentirem desejo. Mas não é assim que a vida funciona. Mesmo homens casados com esposas amorosas e ótima vida sexual lidam com grandes situações de desejo sexual insatisfeito. Portanto, essa é uma oportunidade para ensinar a si mesmo, enquanto ainda é jovem, que o desejo sexual pode e deve ser controlado se é algo que é propriamente administrado pra a glória de Deus.
No fim, se você confia no Senhor, pode saber que não há tentação que certamente te leva a pecar. O Espírito Santo te dá a habilidade, o poder, de permanecer forte em face até mesmo do tormento mais difícil. Assim, nestes momentos em que o desejo surge e que isso parece uma tortura, você precisa apelar para cruz, precisa pregar o Evangelho para si mesmo. Nesses momentos, você precisa saber que Cristo morreu para perdoar o pecado e ressurgiu para sobrepujar o poder do pecado e da morte. Você pode continuar limpo do pecado sexual.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | original aqui
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5 - "Deus se fez homem"...Ahn?!
Ok! Espere um momento. Nós estamos realmente muito ocupados e esta época do ano gera todo tipo de responsabilidades adicionais e até algumas distrações, mas o que o título desse post está dizendo mesmo? “ Deus se tornou homem”? …Hummm… Sério?!
O Natal é uma época do ano quando o mundo inteiro é forçado a reconhecer que algo surpreendente e significativo aconteceu. Sim, eu sei que a maioria do barulho natalino não tem a ver com o que nós chamamos a encarnação, mas a verdade é que a própria encarnação altera o mundo de tal forma que mesmo o mercantilismo mais crasso é forçado a render seu cinismo. Palavras como “esperança”, “paz” e “amor” aparecem em sacos de compras. Canções exaltando o nascimento obscuro de um bebê aparentemente ilegítimo são cantaroladas pelos shoppings e em todos os lugares. De repente até mesmo os mais endurecidos entre nós, lembra-se de amigos e familiares de longa data para e retorna para um momento do que realmente importa: a casa, a fé e abnegação. Algo surpreendente aconteceu: Deus se fez homem.
Agora, se os não-cristãos respondem a encarnação desta forma, pode-se supor que os cristãos que entendem a realidade sob a sombra deste feriado deveriam ser transformados pela verdade da encarnação todos os dias … mas somos nós? Ficamos chocados quando vemos o bebê na manjedoura? Será que nós balançamos a cabeça e ficamos maravilhados? Ou, então, deixamos a encarnação, e o que Ele fez, de lado e nos focamos naquilo que precisamos fazer? Se for esse o seu caso, aqui estão algumas ideias para ajudar a lembrar o significado da encarnação para você, sobre Ele:
- A encarnação mostra quão fracos nós somos: Pois, quanto poder e influência tem um bebê? E ainda assim, Ele é o Salvador que precisávamos.
- O Nome do bebê encarnado, “Jesus” mostra nossa real necessidade: Precisamos de um Salvador do nosso pecado e não de uma reforma moral. Precisamos de um resgatador, não um guru (Mt 1:21)
- A encarnação nos mostra, de todo jeito, que Ele é como a gente. Ele sofreu como criança. Ele foi tentado de toda forma, como fomos, e ainda assim sem pecado. Ele sabe o que é passar frio, ser dependente, morrer…sim, até ressuscitar.
- A encarnação nos diz que o natal nunca acaba. Quando guardamos toda decoração e devolvemos todos os presentes errados, Ele ainda continuará sendo o Deus/Homem, intercedendo por nós, tendo a mesma carne que a gente. Natal nunca terminará para Jesus. Ele está eternamente transformado.
- A encarnação significa que a única pessoa qualificada, por natureza, para pagar por nosso pecado, o fez. A encarnação sempre significou, desde o início, levar Jesus e a gente, para a cruz.
- A encarnação significa que temos cumprido toda a lei. Porque nós estamos unidos com ele e ele conosco, nós amamos a Deus e ao próximo perfeitamente, porque ele amou. Somos justos porque o Homem-Deus já fez tudo o que precisava ser feito. Nós somos justificados.
- A encarnação significa que quando entrarmos no céu seremos recebidos por alguém como a gente, mas com cicatrizes nas mãos e pés. Ele será o único com cicatrizes.
A história do natal é em última análise, uma história daquilo que Jesus já fez por nós. É a história dEle, sobre o que a obra dele alcançou por conta de seu amor por sua noiva. Vamos pedir a Deus para nos ajudar a celebrarmos o natal, a encarnação, o ano todo, vamos? Ele fez tudo. Nós somos amados. Que grande presente.
Tradução: Rafael Bello|Revisão: Josiane Gueths| iprodigo.com| original aqui
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4 - Cristo Noel?
Peguei a mão do meu filho pequeno (isso foi há algumas décadas), enquanto caminhávamos até uma loja local numa pequena e remota ilha Escocesa, onde, no início daquele ano, eu tinha sido instalado como pastor. Era semana de Natal. A loja estava bem decorada e um ar de entusiasmo estava em toda a parte.
Sem qualquer aviso, as conversas dos clientes foram interrompidas por uma voz questionadora ao meu lado. Meu filho, levantando o dedo indicador, apontou para um grande desenho do Papai Noel. “Papai, quem é aquele homem de aparência engraçada”, ele perguntou.
Espanto espalhou-se pelos rostos dos compradores, olhares acusadores eram dirigidos a mim. Que vergonha, o filho do pastor não reconheceu o Papai Noel! Qual a probabilidade, então, de ouvir algo bom em sua pregação nessa época festiva?
Essas experiências podem nos fazer chorar ao perceber como o mundo ocidental se dá todos os anos ao Papai Noel e ao comércio. Nós acabamos celebrando uma festa pagã retrabalhada, em que a única ligação com a encarnação é semântica. Noel é adorado, e não o Salvador; peregrinos vão às lojas com cartões de crédito, não para a manjedoura com presentes. É a festa da indulgência, e não da encarnação.
É sempre mais fácil lamentar e criticar o novo paganismo do secularismo idólatra flagrante do que ver a facilidade com que a igreja – e nós mesmos – distorcemos ou diluimos a mensagem da encarnação a fim de satisfazer os nossos próprios gostos. Mas sendo criteriosos, infelizmente, temos várias maneiras comuns em que transformamos o Salvador em uma espécie de Papai Noel.
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3 - A Doutrina da Escritura
Ao fim da segunda carta de Pedro, bem no meio de um último lembrete a respeito de crescer em piedade, encontramos dois memoráveis versos que ajudam a formar uma doutrina cristã da Escritura.
Tenham em mente que a paciência de nosso Senhor significa salvação, como também o nosso amado irmão Paulo lhes escreveu, com a sabedoria que Deus lhe deu. Ele escreve da mesma forma em todas as suas cartas, falando nelas destes assuntos. Suas cartas contêm algumas coisas difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles. (2 Pedro 3.15-16)
De certa forma, nesses dois versículos Pedro está apenas dizendo “Paulo concorda comigo nesse assunto da santidade, não com os falsos mestres”. Mas ao dizer isso, Pedro faz declara algumas verdades cruciais sobre a Escritura. Vamos destacar quatro delas.
1. Nós vemos que os escritos apostólicos estavam sendo colocados lado a lado com o canon do Antigo Testamento como Escritura autoritativa. O verso 16 diz que algumas pessoas estavam distorcendo as cartas de Paulo, assim como faziam com o resto das Escrituras. A palavra em grego usada aqui é graphe. Ela ocorre 49 vezes no Novo Testamento, e em todas elas, se refere às Escrituras do Antigo Testamento. É notável que Pedro, escrevendo por volta de 60 d.C., coloca os escritos de Paulo lado a lado com o Antigo Testamento como igualmente autoritativo.
Mais ainda, Pedro nem mesmo tenta defender essa forte afirmação. Em sua mente, ele está afirmando o óbvio. Não é algo discutível. Pedro não precisava convencer essas igrejas de que os escritos de Paulo eram tão autoritativos quanto as Escrituras do Antigo Testamento. Aparentemente, eles já reconheciam isso, assumiam isso, e tratavam os escritos de Paulo dessa forma. Então quando Pedro se refere no verso 15 à sabedoria dada a Paulo, ele provavelmente está falando da inspiração divina, não que o homem de Tarso era uma cara inteligente.
2. A Escritura pode ser difícil de entender. Os cristãos, ao longo dos séculos, tem tido grande conforto no verso 16, onde Pedro admite que há algumas coisas nos escritos de Paulo que são difíceis de entender. Mesmo Pedro, o grande Apóstolo, o primeiro de muitos na igreja primitiva, reconhecia que há algumas partes difíceis na Bíblia. Nem tudo é coisa simples.
Os cristãos sempre acreditaram no que é chamado de “perspicuidade da Escritura”. Isso significa que a Escritura é clara – é possível entendê-la. Mas a doutrina da perspicuidade nunca implicou em dizer que todas as partes da Escritura são igualmente óbvias ou igualmente importantes. Perspicuidade significa que as partes principais são as partes mais óbvias. Significa que a mensagem da salvação é clara. Significa que os assuntos mais básicos e centrais da narrativa bíblica são claros, mesmo que você não seja o mais esperto, mesmo se você não recebeu muita educação, mesmo se você é uma criança. Todos nós podemos entender que Jesus é o Messias, que nós precisamos nos arrepender, crer em Cristo e obedecer seus mandamentos. Isso tudo é muito claro. Mas não significa que tudo é claro. Algumas partes requerem muito estudo. Algumas partes requerem atenção especial. Algumas doutrinas são complicadas. Algumas partes da Bíblia são muito difíceis. Basta perguntar a Pedro sobre Paulo.
3. O outro lado desse Segundo ponto é que mesmo as partes difíceis da Bíblia tem interpretações certas e erradas. Note, Pedro não diz “Algumas coisas em Paulo são difíceis de entender. Então, quem sou eu pra dizer o que é certo e o que é errado? Todos nós temos uma interpretação.” Não, ele diz “algumas coisas são difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem para sua própria destruição”. Pedro não pensava que só porque algo era difícil, não poderia haver uma resposta certa para esse problema. Alguns cristãos tem uma certa preguiça mental. Eles desonram a Palavra, e o Deus da Palavra, com sua rápida acomodação na terra do “sei lá” e “não é uma questão de salvação, então, quem se importa?”. Eles dizem “entender a doutrina da eleição é difícil. Chegar a uma conclusão sobre homossexualismo é difícil. Chegar a algum lugar sobre os papéis dos homens e das mulheres é impossível.” Assim, desistimos e aceitamos que nenhuma interpretação pode ser melhor que outra. Pedro, por outro lado, não tem medo de dizer que a presença de alguns textos difíceis não exclui a presença de interpretações corretas e interpretações erradas.
4. Algumas interpretações erradas podem te matar. Existe algum espaço para discordância entre os cristãos em alguns assuntos. Vemos isso claramente em Romanos 14. Não precisamos ser travados em qualquer assunto discutível. Mas em alguns assuntos, interpretações enganadas não são apenas erradas, elas são mortalmente erradas. Os falsos mestres dos tempos de Pedro estavam distorcendo a Escritura para sua própria destruição. Eles citavam a Escritura, mas não corretamente.
Eu já estive em debates onde os dois lados estavam usando a Bíblia. E, algumas vezes, acontece de boas pessoas se confundirem e pensarem “Bom, se os dois estão usando a Bíblia, os dois devem estar certos.” Mas Pedro sugere que você pode usar a Escritura, mas usá-la de uma forma enganosa, infiel e distorcida na verdade te leva a cair. Nem toda questão é tão séria, mas certamente quando estamos discutindo se o povo de Deus deve ou não buscar vidas santas, ou se o pecado sexual deve ou não ser levado a sério (2 Pedro 2), nós estamos discutindo uma questão central do Cristianismo. Assim, distorcer a Bíblia para permitir chamar um pecado de bênção e chamar aqueles que se opõe ao pecado com todo tipo de nome que termina com “fóbico” é torcer a Escritura para sua própria destruição.
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original aqui
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2 - Você o representa
“Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês, pois assim os antepassados deles trataram os falsos profetas”. (Lucas 6.26)“Bem-aventurados serão vocês quando, por minha causa os insultarem, perseguirem e levantarem todo tipo de calúnia contra vocês… pois da mesma forma perseguiram os profetas que viveram antes de vocês”. (Mateus 5.11,12)
A Bíblia nos adverte contra “um interesse doentio por controvérsias” (1 Timóteo 6.4) e nos guia em direção à “sã doutrina de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Timóteo 6.3). Isso é claro e maravilhoso. Mas um foco claro em Cristo não nos afastará da controvérsia. É possível que te leve para lá.
Quando Jeus diz: “Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês”, ele não quis dizer que é errado ser popular. Ele quis dizer que é errado não ser profético. Seu “Ai” está sobre aqueles que viram suas costas às verdadeiras exigências do Evangelho ao invés de virar as costas às falsas exigências das pessoas.
Eu gostaria de dizer que se você exaltasse Cristo de uma maneira positiva e bíblica, todos te amarão. Mas, infelizmente, alguns se oporão a você, porque seus corações estão presos a outras paixões. Eles podem mesmo estar presos a temas bíblicos bons, porém secundários. Porém, se você permanecer na primazia de Cristo e submeter tudo mais a Cristo, algumas pessoas não te entenderão; elas terão “preocupações” a seu respeito, elas até te abandonarão. Eles apontarão para sua fraqueza, que são reais, e você as descobrirá por seus críticos. Mas suas fraquezas são secundárias à questão. A questão é o senhorio de Cristo somente. Ele é a controvérsia. Você está representando ele.
Quando o Senhor te leva a essa dificuldade, você sofrerá. Mas, lembre-se: ele está te salvando do “Ai” de Lucas 6.26 e te dando o “Bem-aventurado” de Mateus 5.11,12. Não importa o que os outros digam, Jesus está falando bem de você.
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1 - COM QUE O MUNDANISMO SE PARECE?
Cristãos de gerações anteriores eram bem mais preocupados com o mundanismo que tipicamente somos. Muitos evangélicos nem mesmo parecem estar cientes de que o mundanismo ainda é um pecado.
Parece ter acontecido uma mudança radical em menos de 30 anos. Tenho imagens vívidas dos dois semestres que passei em um purgatório fundamentalista em meados da década de 70. Mundanismo era um dos pecados mais mencionados pelos palestrantes da capela na faculdade batista em que eu estava matriculado.
Da maneira que eles descreviam, mundanismo era basicamente o pecado de ser muito legal. Uma conhecida minha – uma mulher de meia idade fora de moda – certa vez me censurou como mundano por eu usar lentes de contato. Ela estava certa de que meus motivos para usá-las eram provocados somente por vaidade carnal. Ela insistiu que eu optasse por um óculos bifocal com lentes grossas. “Eu gosto do jeito que Deus te fez”, ela protestou.
“Ele não me fez de óculos”, lembrei.
“Você sabe o que eu quero dizer”, disse, balançando sua mão, como se fosse algo óbvio.
Claro. Faz todo sentido.
Nossos amigos amish vão mais alem. Sua estratégia para evitar o mundanismo envolve fugir de todas as conveniências modernas. O mesmo tipo de pensamento culmina em formas austeras de monasticismo, onde pobreza, celibato e solidão ascética são vistas como meios certos de evitar influências mundanas.
A verdade é que você pode viver uma vida totalmente reclusa ou ser tão fora de moda quanto “Oh! Susanna” e ainda ser mundano.
Isso não nega que o mundanismo surge como uma ameaça particular para aqueles que estão obcecados em estarem na moda. Não há dúvida de que a fixação em ser legal e estar na moda tornou mundano o próprio movimento evangélico.
Mundano simplesmente significa “pertencente a essa terra”. De um lado, Hebreus 9.1 fala de um “santuário terrestre” – isto é, um santuário terreno e material, contrastado com o “Verdadeiro tabernáculo” – o templo celestial, “que o Senhor erigiu, não o homem” (8.2). Então, alguma coisa pode ser “mundana” (como o Tabernáculo) sem ser pecaminosa.
Por outro lado, Tito 2.12 fala de “paixões mundanas”, significando paixões que são postas em coisas terrenas e temporais. Amor por coisas terrenas é inconsistente com o verdadeiro amor por Deus, porque as paixões que dirigem as filosofias e sistemas de valor deste mundo são todas caracterizadas por orgulho e luxúria pecaminosa (1 João 2.15-17).
O pecado do “mundanismo” é a tendência de colocar as afeições em coisas da Terra, ao invés de coisas celestiais (cf. Colossenses 3.2). “Amizade com o mundo é inimizade com Deus” (Tiago 4.4). É positivamente pecaminosos amar esse mundo presente e reter seus valores mais que amamos o céu e organizamos nossas vidas de acordo com valores celestiais (cf. Fp 1.23; Rm 8.5,6; Mt 6.19-21, 16.23).
Em outras palavras, mundanismo é um pecado do coração.
Assim, mundanismo não é necessariamente sobre filmes, estilos musicais, as últimas tendências ou outros tabus fundamentalistas típicos. Essas coisas certamente podem ser mundanas e obviamente têm uma tendência a provocar o mundanismo pecaminoso na medida em que elas naturalmente apelam a nossas paixões e nos tentam a nos tornar obcecados com coisas terrenas.
Mas há um tipo ainda pior de mundanismo que esse. Religião – mesmo a religião conservadora, doutrinariamente sã – pode ser mundana também.
Pense sobre isso: se uma pessoa importa-se menos com o céu e com os valores celestiais que com um “santuário mundano” – seja isso uma catedral ornamentada, uma megaigreja com um quiosque da Starbucks na recepção ou uma igreja mal instruída em que segurar cobras é o entretenimento – essa pessoa é mundana e vive em desobediência a Deus.
De fato, conheço alguns fundamentalistas extremos que são os piores tipos de mundanos, porque pensam que santidade consiste somente em coisas externas e culturais, e eles não têm cultivado um amor genuíno em seus corações por aquilo que é espiritual.
Portanto, não dá para descobrir se você é mundano simplesmente observando como está seu visual ou que tipo de estilo de vida você tem. Se você quer reconhecer o verdadeiro mundanismo, você tem de avaliar seus desejos e paixões. O que você realmente ama? Uma vez que o mundanismo é inerente ao velho homem, quando você examina seu coração honestamente, é virtualmente certo que você descobrirá um grau de mundanismo ali.
As instruções bíblicas para lidar com mundanismo são surpreendentemente simples:
“Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade”. (Efésios 4.22-24)
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo
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